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quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Exercícios sobre análise sintática.

Seguem alguns exercícios resolvidos sobre análise sintática.
Os argumentos da aluna foram excelentes.
sujeito simples: Os argumentos da aluna
núcleo do sujeito: argumentos
adj. adnominais de 'argumento': os // da aluna
predicado nominal: foram excelentes (verbo de ligação)
núcleo do predicado nominal: excelentes (predicativo do sujeito)
verbo de ligação: foram (designou o pred. nominal)Ressaltar
Ana fica cansada ao ler.
sujeito simples: Ana
predicado nominal: fica cansada ao ler (v. de ligação)
núcleo do predicado nominal: cansada (predicativo do sujeito)
verbo de ligação: fica
adjunto adverbial de modo: ao ler
Ressaltar
Rita Lee e Simone cantaram seus maiores sucessos ontem no Anhembi.
sujeito composto: Rita Lee e Simone.
predicado verbal: cantaram seus maiores sucessos ontem no Anhembi.
núcleo do predicado: cantaram (verbo transitivo direto)
objeto direto de 'cantar: seus maiores sucessos
adjuntos adnominais de 'sucesso': seus // maiores
adjuntos adverbiais: ontem // no AnhembiRessaltar
Ela tinha certeza da volta da irmã.
sujeito simples: Ela
predicado verbal: tinha certeza da volta da irmã.
núcleo do predicado: tinha (verbo transitivo direto)
objeto direto: certeza da volta da irmã
núcleo do objeto direto: certeza
complemento nominal de 'certeza': da volta
adjunto adnominal de 'volta': da irmã
Ressaltar
Os fiéis assistiram atentos à palestra do ancião.
sujeito simples: Os fiéis
adjuntos adnominais do sujeito: os
predicado verbo-nominal: assistiram atentos à palestra do ancião.
núcleos do predicado: um verbo (assistiram - transitivo indireto ) e um nome (atentos - predicativo do sujeito)
objeto indireto de 'assistiram': à palestra do ancião.
adjunto adnominal de 'palestra': do anciãoRessaltar
A nova praça precisa de um guarda.
sujeito simples: A nova praça
núcleo do sujeito: praça
adjuntos adnominais de 'praça': a // nova
predicado verbal: precisa de uma guarda.
núcleo do predicado: precisa (verbos transitivo indireto)
objeto indireto: de um guarda
núcleo do objeto indireto: guarda
adjunto adnominal de 'guarda': um

Fonte: LPeu

Sintaxe


 Para quem está com duvidas sobre sintaxe, este vídeo pode ajudar.

Fonte: Youtube

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Figuras de Linguagem


As figuras de linguagem são recursos que tornam mais expressivas as mensagens. Subdividem-se em figuras de som, figuras de construção, figuras de pensamento e figuras de palavras.


Figuras de som

a) aliteração: consiste na repetição ordenada de mesmos sons consonantais.
“Esperando, parada, pregada na pedra do porto.”

b) assonância: consiste na repetição ordenada de sons vocálicos idênticos.
“Sou um mulato nato no sentido lato
mulato democrático do litoral.”

c) paronomásia: consiste na aproximação de palavras de sons parecidos, mas de significados distintos.
“Eu que passo, penso e peço.”


Figuras de construção

a) elipse: consiste na omissão de um termo facilmente identificável pelo contexto.
“Na sala, apenas quatro ou cinco convidados.” (omissão de havia)

b) zeugma: consiste na elipse de um termo que já apareceu antes.
Ele prefere cinema; eu, teatro. (omissão de prefiro)

c) polissíndeto: consiste na repetição de conectivos ligando termos da oração ou elementos do período.
“ E sob as ondas ritmadas
e sob as nuvens e os ventos
e sob as pontes e sob o sarcasmo
e sob a gosma e sob o vômito (...)”

d) inversão: consiste na mudança da ordem natural dos termos na frase.
“De tudo ficou um pouco.
Do meu medo. Do teu asco.”

e) silepse: consiste na concordância não com o que vem expresso, mas com o que se subentende, com o que está implícito. A silepse pode ser:

De gênero
Vossa Excelência está preocupado.

De número
Os Lusíadas glorificou nossa literatura.

De pessoa
“O que me parece inexplicável é que os brasileiros persistamos em comer essa coisinha verde e mole que se derrete na boca.”

f) anacoluto: consiste em deixar um termo solto na frase. Normalmente, isso ocorre porque se inicia uma determinada construção sintática e depois se opta por outra.
A vida, não sei realmente se ela vale alguma coisa.

g) pleonasmo: consiste numa redundância cuja finalidade é reforçar a mensagem.
“E rir meu riso e derramar meu pranto.”

h) anáfora: consiste na repetição de uma mesma palavra no início de versos ou frases.
“ Amor é um fogo que arde sem se ver;
É ferida que dói e não se sente;
É um contentamento descontente;
É dor que desatina sem doer”


Figuras de pensamento

a) antítese: consiste na aproximação de termos contrários, de palavras que se opõem pelo sentido.
“Os jardins têm vida e morte.”

b) ironia: é a figura que apresenta um termo em sentido oposto ao usual, obtendo-se, com isso, efeito crítico ou humorístico.
“A excelente Dona Inácia era mestra na arte de judiar de crianças.”

c) eufemismo: consiste em substituir uma expressão por outra menos brusca; em síntese, procura-se suavizar alguma afirmação desagradável.
Ele enriqueceu por meios ilícitos. (em vez de ele roubou)

d) hipérbole: trata-se de exagerar uma ideia com finalidade enfática.
Estou morrendo de sede. (em vez de estou com muita sede)

e) prosopopeia ou personificação: consiste em atribuir a seres inanimados predicativos que são próprios de seres animados.
O jardim olhava as crianças sem dizer nada.

f) gradação ou clímax: é a apresentação de ideias em progressão ascendente (clímax) ou descendente (anticlímax)
“Um coração chagado de desejos
Latejando, batendo, restrugindo.”

g) apóstrofe: consiste na interpelação enfática a alguém (ou alguma coisa personificada).
“Senhor Deus dos desgraçados!
Dizei-me vós, Senhor Deus!”



Figuras de palavras

a) metáfora: consiste em empregar um termo com significado diferente do habitual, com base numa relação de similaridade entre o sentido próprio e o sentido figurado. A metáfora implica, pois, uma comparação em que o conectivo comparativo fica subentendido.
“Meu pensamento é um rio subterrâneo.”

b) metonímia: como a metáfora, consiste numa transposição de significado, ou seja, uma palavra que usualmente significa uma coisa passa a ser usada com outro significado. Todavia, a transposição de significados não é mais feita com base em traços de semelhança, como na metáfora. A metonímia explora sempre alguma relação lógica entre os termos. Observe:
Não tinha teto em que se abrigasse. (teto em lugar de casa)

c) catacrese: ocorre quando, por falta de um termo específico para designar um conceito, torna-se outro por empréstimo. Entretanto, devido ao uso contínuo, não mais se percebe que ele está sendo empregado em sentido figurado.
O pé da mesa estava quebrado.

d) antonomásia ou perífrase: consiste em substituir um nome por uma expressão que o identifique com facilidade:
...os quatro rapazes de Liverpool (em vez de os Beatles)

e) sinestesia: trata-se de mesclar, numa expressão, sensações percebidas por diferentes órgãos do sentido.
A luz crua da madrugada invadia meu quarto.


Vícios de linguagem

A gramática é um conjunto de regras que estabelece um determinado uso da língua, denominado norma culta ou língua padrão. Acontece que as normas estabelecidas pela gramática normativa nem sempre são obedecidas, em se tratando da linguagem escrita.  O ato de desviar-se da norma padrão no intuito de alcançar uma maior expressividade, refere-se às figuras de linguagem. Quando o desvio se dá pelo não conhecimento da norma culta, temos os chamados vícios de linguagem.

a) barbarismo: consiste em grafar ou pronunciar uma palavra em desacordo com a norma culta.
pesquiza (em vez de pesquisa)
prototipo (em vez de protótipo)

b) solecismo: consiste em desviar-se da norma culta na construção sintática.
Fazem dois meses que ele não aparece. (em vez de faz ; desvio na sintaxe de concordância)

c) ambiguidade ou anfibologia: trata-se de construir a frase de um modo tal que ela apresente mais de um sentido.
O guarda deteve o suspeito em sua casa. (na casa de quem: do guarda ou do suspeito?)

d) cacófato: consiste no mau som produzido pela junção de palavras.
Paguei cinco mil reais por cada.

e) pleonasmo vicioso:  consiste na repetição desnecessária de uma ideia. 
O pai ordenou que a menina entrasse para dentro imediatamente.

Observação: Quando o uso do pleonasmo se dá de modo enfático, este não é considerado vicioso.

f) eco: trata-se da repetição de palavras terminadas pelo mesmo som.
O menino repetente mente alegremente






Fonte: Brasil Escola                                                                 

Dica para fazer uma boa redação - ENEM 2011




Fonte: Youtube

O que estudar para a prova de Português no ENEM 2011?

Morfologia

  • Classes de Palavras
  • A Relação Determinante/Determinado

Estudo do Nome

  • O Substantivo
  • O Adjetivo
  • O Advérbio

Concordância Nominal

  • Concordância do Adjetivo com mais de um Substantivo
  • Concordância de dois ou mais Adjetivos com um Substantivo

O Pronome

  • Classificação
  • Pronomes Pessoais
  • Pronomes Possessivos
  • Pronomes Demonstrativos
  • Pronomes Relativos
  • Pronomes Indefinidos

O Verbo

  • Os Modos e Tempos Verbais
  • Vozes Verbais
  • Os Verbos Impessoais
  • Predicação Verbal
  • Classificação dos Verbos quanto à Predicação Verbal
  • Regência
  • Regência Verbal
  • Regência Nominal
  • Concordância Verbal
  • Casos Especiais de Concordância Verbal
  • Silepse ou Concordância Ideológica

Sintaxe

  • Estudo do Período Simples
  • O Sujeito e o Predicado
  • Termos da Oração
  • Relacionados ao Verbo
  • Relacionados ao Nome
  • Estudo do Período Composto
  • Orações Subordinadas
  • Orações Subordinadas Substantivas
  • Orações Subordinadas Adjetivas
  • Orações Subordinadas Adverbiais
  • Orações Coordenadas


Fonte: Resultado ENEM

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Complemento Nominal e Agente da Passiva


 Complemento Nominal
   É o termo que completa o sentido de uma palavra que não seja verbo. Assim, pode referir-se a substantivos, adjetivos ou advérbios, sempre por meio de preposição.


Exemplos:


Cecília tem        orgulho                da filha.
                        substantivo          complemento nominal
Ricardo estava   consciente        de tudo.
                               adjetivo       complemento nominal
A professora agiu       favoravelmente      aos alunos.
                                             advérbio        complemento nominal

Saiba que:
  O complemento nominal representa o recebedor, o paciente, o alvo da declaração expressa por um nome. É regido pelas mesmas preposições do objeto indireto. Difere deste apenas porque, em vez de complementar verbos, complementa nomes (substantivos, adjetivos) e alguns advérbios em -mente.


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 Agente da Passiva
   É o termo da frase que pratica a ação expressa pelo verbo quando este se apresenta na voz passiva. Vem regido comumente da preposição "por" e eventualmente da preposição "de".


Por Exemplo:


  A vencedora           foi escolhida               pelos jurados.
      Sujeito                      Verbo                     Agente da 
      Paciente                 Voz Passiva                 Passiva

Ao passar a frase da voz passiva para a voz ativa, o agente da passiva recebe o nome de sujeito. Veja:

Os jurados             escolheram                a vencedora.
   Sujeito                      Verbo                        Objeto Direto
                                    Voz Ativa
Outros exemplos:
     Joana                é amada           de muitos.
Sujeito   Paciente                   Agente da   Passiva

   Essa situação        já era conhecida         de todos.
Sujeito  Paciente                               Agente da  Passiva
                                              
Observações:
a) O agente da passiva pode ser expresso por substantivos ou pronomes.
Por Exemplo:
O solo foi umedecido pela chuva. (substantivo)
Este livro foi escrito por mim. (pronome)

b) Embora o agente da passiva seja considerado um termo integrante, pode muitas vezes ser omitido.
Por Exemplo:
O público não foi bem recebido. (pelos anfitriões)


Fonte: Só Português

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Crase



Crase é a fusão de duas vogais idênticas. Representa-se graficamente a crase pelo acento grave.

Fomos à piscinaà artigo e preposição

Ocorrerá a crase sempre que houver um termo que exija a preposição e outro termo que aceite o artigo a. Para termos certeza de que o "a" aparece repetido, basta utilizarmos alguns artifícios:

I. Substituir a palavra feminina por uma masculina correspondente. Se aparecer aoou aos diante de palavras masculinas, é porque ocorre a crase.
Exemplos:
Temos amor à arte.
(Temos amor ao estudo)

Respondi às perguntas.
(Respondi aos questionário)

II. Substituir o "a" por para ou para a. Se aparecer para a, ocorre a crase:
Exemplos:
Contarei uma estória a você.
(Contarei uma estória para você.)

Fui à Holanda
(Fui para a Holanda)

3. Substituir o verbo "ir" pelo verbo pelo verbo "voltar". Se aparecer a expressão voltar da,é porque ocorre a crase.
Exemplos:
Iremos a Curitiba.
(Voltaremos de Curitiba)

Iremos à Bahia
(Voltaremos da Bahia)

DICA: VAI À, VOLTA DA, CRASE NO "A". VAI A, VOLTA DE, CRASE PRA QUÊ?

Não ocorre a Crase
a) antes de verbo
Voltamos contemplar a lua.


b) antes de palavras masculinas
Gosto muito de andar pé.
Passeamos 
cavalo.


c) antes de pronomes de tratamento, exceção feita a senhora, senhorita e dona:Dirigiu-se V.Sa. com aspereza
Dirigiu-se 
à Sra. com aspereza.


d) antes de pronomes em geral:
Não vou a qualquer parte.
Fiz alusão 
a esta aluna.


e) em expressões formadas por palavras repetidas:
Estamos frente a frente
Estamos cara a cara.



f) quando o "a" vem antes de uma palavra no plural:
Não falo pessoas estranhas.
Restrição ao crédito causa o temor 
a empresários.


Crase facultativa
1. Antes de nome próprio feminino:
Refiro-me à (a) Julinana.
2. Antes de pronome possessivo feminino:
Dirija-se à (a) sua fazenda.
3. Depois da preposição até:
Dirija-se até à (a) porta.


Casos particulares
1. Casa
Quando a palavra casa é empregada no sentido de lar e não vem determinada por nenhum adjunto adnominal, não ocorre a crase.

Exemplos:
Regressaram a casa para almoçar
Regressaram à casa de seus pais



2. Terra
Quando a palavra terra for utilizada para designar chão firme, não ocorre crase.

Exemplos:
Regressaram a terra depois de muitos dias.
Regressaram à terra natal.



3. Pronomes demonstrativos: aquele, aquela, aqueles, aqueles, aquilo.
Se o tempo que antecede um desse pronomes demonstrativos reger a preposição a, vai ocorrer a crase.

Exemplos:
Está é a nação que me refiro.
(Este é o país a que me refiro.)
Esta é a nação 
à qual me refiro.
(Este é o país ao qual me refiro.)
Estas são as finalidades 
às quais se destina o projeto.
(Estes são os objetivos aos quais se destino o projeto.)

Ocorre também a crase
a) Na indicação do número de horas:
Chegamos às nove horas.


b) Na expressão à moda de, mesmo que a palavra moda venha oculta:
Usam sapatos à (moda de) Luís XV.


c) Nas expressões adverbiais femininas, exceto às de instrumento:
Chegou à tarde (tempo).
Falou 
à vontade (modo).


d) Nas locuções conjuntivas e prepositivas; à medida que, à força de...


OBSERVAÇÕES: Lembre-se que:
Há - indica tempo passado.
Moramos aqui há seis anos
A - indica tempo futuro e distância.
Daqui dois meses, irei à fazenda.
Moro 
três quarteirões da escola.




Fonte: Algo Sobre

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Nova Ortografia :)



Algumas regras da nova ortografia.



Fonte: Youtube

Olá!

Sejam todos bem-vindos! Aqui, postaremos regras de português, vídeo-aulas, tudo que você precisa saber sobre acentuação e etc. Espero que gostem e aprendam um pouco com nosso blog. Beijão :-)